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	<title>Balaio Branco &#187; Retalhos</title>
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	<description>Revista de Histórias</description>
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		<title>Cyberkultura ou Virtual realidade/Real virtualidade</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 13:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>
		<category><![CDATA[Balaio Branco]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[interação homem máquina]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um distante reino perdido na mente, vivia um vassalo de si mesmo. Tinha aproximadamente 60 anos e se achava jovem, via graça nisto, pois quando era jovem pensava que as pessoas com aproximadamente 60 anos eram velhas. Questionava: Será que hoje envelhecemos mais devagar? Como isto é possível se as crianças ficam espertas logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um distante reino perdido na mente, vivia um vassalo de si mesmo. Tinha aproximadamente 60 anos e se achava jovem, via graça nisto, pois quando era jovem pensava que as pessoas com aproximadamente 60 anos eram velhas. Questionava: Será que hoje envelhecemos mais devagar? Como isto é possível se as crianças ficam espertas logo após o nascimento? Ficava intrigado com estes fatos, mas seguia adiante com sua vida solitária. </p>
<p>Trazia o universo dentro de si e estava antenado com os avanços da cibernética. Por força das circunstancias, depois de viver anos, isolado em uma ilha, foi obrigado a tomar conhecimento e fazer uso do computador, que a principio via como um monstro. Após ler uma poesia que tratava do assunto mudou de opinião, sua posição era contrária a da poesia, já que ele era um artista e na poesia era um jovem que escreve para Cora Coralina falando do quanto queria ser artista, mas trabalhava com esta maquina fria, ao que ela responde que no futuro nós veríamos a alma dos computadores, o que eles trazem de bom para a humanidade. </p>
<p>Um dia&#8230; Estava ele terminando, solitário, seu almoço em um restaurante quando se aproximou um rapaz, cumprimentou-o demonstrando conhecê-lo e ele tinha uma vaga lembrança musical do jovem, era uma lembrança minimalista, daquelas coisas que ficam arquivadas na memória. O jovem falou de sua pagina (ou site?) recentemente criada e falou com tanto entusiasmo que contagiou o velho, que pediu o endereço: www.balaiobranco.com.br. Chegando a casa começou a interagir com o site (ou pagina?) e viu a sua solidão ser deixada de lado. Arrependeu-se de não dominar aquele que para ele, até então, servia apenas para trabalhos pessoais. </p>
<p>Percebeu que era bom estar em contato não apenas com seu universo interior, mas alem de colocar esse universo interior para fora, interagir com outras pessoas, uma interação alem dos email’s. Como é bom conversar, com verdade, mudando a ótica do olho-no-olho. Apesar dos negros temas que a atualidade nos proporciona a vida passou a sorrir para o jovem-velho-ou-velho-jovem, pois ele viu a possibilidade de fazer aquilo que ele sabia e gostava, numa comunidade, resguardando para si a intimidade de seu quarto. Ele viu que mudanças eram viáveis e que para tanto bastava que ele enxergasse a alma do computador. </p>
<p>Quem pensou esta história? O narrador? O velho? Eu? O computador?&#8230; Dúvidas&#8230; Duvidas? virtual realidade + real virtualidade = cybercultura </p>
<p><strong>Autor: Omar Bravo</strong></p>
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		<title>Perdido entre os espinhos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 20:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Retalhos do RPG Changeling: The Lost. Todo o resto é só história&#8230;
A fraca luminosidade do quarto brincava com as formas dos objetos, quando o violino surgiu de dentro da caixa escura e aveludada as cordas refletiram a pouca luz e o corpo do instrumento ganhou uma forma estranha quase engolida pela sombra.
Ele fechou os dedos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em class="azul">Retalhos do RPG Changeling: The Lost. Todo o resto é só história&#8230;</em></p>
<p>A fraca luminosidade do quarto brincava com as formas dos objetos, quando o violino surgiu de dentro da caixa escura e aveludada as cordas refletiram a pouca luz e o corpo do instrumento ganhou uma forma estranha quase engolida pela sombra.</p>
<p>Ele fechou os dedos finos e inquietos ao redor do braço do violino, sentindo uma lembrança vibrante e ávida pulando entre as costelas. Fixou os olhos nas marcações das casas, os pequenos adesivos estavam gastos e amarelados, sinal de uso nos cinco anos de ausência do verdadeiro dono.</p>
<p>Ao pensar no impostor segurando e deslizando a crina branca do arco pelas cordas seu cabelo ganhou uma tonalidade vermelha agressiva e ele cerrou os dentes com força, segurando possíveis lágrimas.</p>
<p>Focou os olhos marejados novamente no violino, o corpo arquejando com a respiração pesada e as mãos trêmulas, seu instinto pedia para tomar o arco em suas mãos e destruir as cordas com alguma sinfonia desesperada, mas alguma coisa o impedia&#8230;</p>
<p>Ele não lembrava. Sabia que podia, os braços e mãos lhe diziam que ele sabia, respondiam ao instrumento e ansiavam por ele, treze anos de esforço dançavam inutilmente às suas costas, ele não lembrava. Se tomasse o violino nas mãos, o prendesse entre o queixo e o ombro e armasse o arco contra as cordas nada sairia a não ser um ruído maldoso, falho e indecente. E ainda assim seu corpo lhe respondia que ele podia, havia feito isso tantas vezes, tantas outras vezes&#8230;</p>
<p>Mordeu o lábio inferior e apertou o instrumento com as duas mãos, a lembrança não viria, deixou o suor se misturar com as lágrimas e fechou os olhos com força, ela não vinha, nenhuma nota, nenhum acorde. Mas ela estava lá, ele a sentia observando e zombando de seu anseio, escondida no emaranhado obtuso de imagens despedaçadas entre os espinhos e misturada a tantas outras perdas. Nada entre ele e o violino.</p>
<p>Autora: Leila Rangel da Silva<br />
<a href="http://fadoca.deviantart.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/fadoca.deviantart.com');" target="_blank">http://fadoca.deviantart.com</a></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<title>IV</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 18:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno "Lederon" Müller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[IV.
- Essa é a primeira vez que você atravessa um espelho? – perguntou o homem de camiseta preta.
- É – respondeu Rafael, depois de acordar do que parecia ser um sonho de três noites.
Autor: Bruno Lederon Müller
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IV.<br />
- Essa é a primeira vez que você atravessa um espelho? – perguntou o homem de camiseta preta.<br />
- É – respondeu Rafael, depois de acordar do que parecia ser um sonho de três noites.</p>
<p><strong>Autor:</strong> Bruno Lederon Müller</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste mundo de 4 dimensões, é a quarta a mais traiçoeira.
Porque do tempo só se vê os estragos.
Corrosão dos corpos, cidades e mundos.
Nós poderíamos salvar o mundo se tivéssemos tempo.
Nós construiríamos uma civilização se tivéssemos tempo.
Nós nos amaríamos mais se tivéssemos tempo.
Estupidez. Ele sempre vai estar ali, grão a grão.
Desgastando sonhos que aos poucos se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mundo de 4 dimensões, é a quarta a mais traiçoeira.<br />
Porque do tempo só se vê os estragos.<br />
Corrosão dos corpos, cidades e mundos.<br />
Nós poderíamos salvar o mundo se tivéssemos tempo.<br />
Nós construiríamos uma civilização se tivéssemos tempo.<br />
Nós nos amaríamos mais se tivéssemos tempo.<br />
Estupidez. Ele sempre vai estar ali, grão a grão.<br />
Desgastando sonhos que aos poucos se tornam tolices de criança diante das contas a pagar.<br />
Quando foi que deixamos de sonhar?<br />
Quando foi que deixamos de gostar do que fazemos?<br />
Quando foi que deixamos de gostar uns dos outros?<br />
Não aconteceu nada. Nada precisa acontecer. É apenas o rio que não é mais o mesmo.<br />
E enquanto os minutos dançam em suas ondas,<br />
nós vamos vivendo.<br />
Caçando os segundos de alegria como vaga-lumes. </p>
<p>Por Rodrigo van Kampen<br />
<a href="http://peixefresco.net" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/peixefresco.net');">http://peixefresco.net</a></p>
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		<title>Inseto</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodrigo van Kampen
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><img src="http://www.v2.balaiobranco.com.br/wp-content/uploads/2008/12/img_2641_-1024x707.jpg" alt="Inseto em macro" title="img_2641_" width="1024" height="707" class="size-large wp-image-220" /><p class="wp-caption-text">Inseto em macro</p></div>
<p>Por Rodrigo van Kampen</p>
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		<title>Bússola Azul</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bússola Azul é uma música que criei pensando em temas de animes. Aqui há duas variações, uma normal, e uma somente no piano.
Versão normal:
Download audio file (bussola-azul.mp3) &#8211; Baixar
Versão em piano:
Download audio file (bussola_piano.mp3) &#8211; Baixar
Compositor: Rodrigo van Kampen
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bússola Azul é uma música que criei pensando em temas de animes. Aqui há duas variações, uma normal, e uma somente no piano.</p>
<p>Versão normal:<br />
<a href="http://www.balaiobranco.com.br/wp-content/uploads/2008/12/bussola-azul.mp3" >Download audio file (bussola-azul.mp3)</a><br /> &#8211; <a href="http://www.balaiobranco.com.br/wp-content/uploads/2008/12/bussola-azul.mp3" >Baixar</a></p>
<p>Versão em piano:<br />
<a href="http://www.balaiobranco.com.br/wp-content/uploads/2008/12/bussola_piano.mp3" >Download audio file (bussola_piano.mp3)</a><br /> &#8211; <a href="http://www.balaiobranco.com.br/wp-content/uploads/2008/12/bussola-azul.mp3" >Baixar</a></p>
<p>Compositor: Rodrigo van Kampen</p>
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