Finalmente terminamos a segunda parte de Tyger 72. A abordagem desta segunda parte é muito mais suave, e conta um pouco mais sobre o robô.
Escrita por mim, ilustrada por Bruno Müller e trilha sonora composta por Alexandre Mota, contém três universos que cada um de nós não conseguiria produzir sozinho. Esperamos que gostem da parte [...]
Um cão. É isso que eu sou, um cão. Ele manda, eu ataco. Ele manda, eu paro… Merda acontece. Mas o salário paga bem. Não é pela grana. O negócio todo é não precisar pensar. É confortável ter alguém pensando por você, alguém que toma as decisões.
Uma das histórias mais densas que apareceu por aqui! [...]
“Lobos não vivem nos dois mundos. Você só encontra um desses no mundo dos vivos. É por isso que os indios usam pele de lobo, pra garantir que eles nunca passem para o outro mundo”
Uma história inspirada em filmes de velho oeste! Contada em um fotolog, traz imagens marcantes para cada episódio da saga… Leia [...]
Descendo o caminho para casa, como fazíamos todo dia, conversávamos tranqüilos. Os carros passavam acendendo aquela pesada penumbra que sempre dominava as noites mal iluminadas dali.
Tyger 72 é de longe a história mais complexa que já produzimos no Balaio Branco. Com pouco mais de dois meses desde os primeiros rascunhos até o produto final, é uma história de ficção científica dividida em três partes.
Escrita por mim, ilustrada por Bruno Müller e trilha sonora composta por Alexandre Mota, contém três universos [...]
Pescadores de Sorrisos é uma história colaborativa. Pedi a várias pessoas que “pescassem” sorrisos de desconhecidos na rua, no ônibus, no metrô, ou tirassem fotos e escrevessem sobre isso em seus blogs. A intenção é criar uma história cheia de pequenos sorrisos aleatórios, desconhecidos, cotidianos e mágicos. Divirtam-se e sorriam!
É estranho se mudar de um quarto que o acolheu por mais de dois anos. Talvez até mais estranho do que se mudar de casa. Porque o quarto, aquelas quatro paredes cuja principal característica é ter uma cama para dormir, é um canto único e exclusivo. Um espaço seu, para pendurar as máscaras ao menos [...]
“Desiste, sua vaca, a gente vai te atravessar de chumbo quente antes de você piscar, então DESISTE LOGO, porra!”, disse um deles, mas ela não indentificou de onde aquela voz estava vindo exatamente. Ela deu três, cinco tiros, e nisso houve um silêncio, mas não daqueles comuns, mas sim daqueles que precedem algo. E assim [...]
O céu negro sobre minha cabeça. Prédios e pessoas cinzentas ao meu redor. Sangue espalhado pela calçada e pela rua. Carros cobertos por uma ligeira camada de cinzas. De onde? O que aconteceu?
Um imperdível diálogo entre os três personagens que titulam a obra.
O quê você sonha? Você… O quê você sonha de noite?
A Máquina que Beija Sonhos surgiu a partir de uma imagem criada pelo Aluriel. Juntei com um texto e uma trilha para montar esta obra surreal. Espero que seja uma experiência no mínimo interessante. (Duração: 4′16”)
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