// Histórias
Finalmente terminamos a segunda parte de Tyger 72. A abordagem desta segunda parte é muito mais suave, e conta um pouco mais sobre o robô.
Escrita por mim, ilustrada por Bruno Müller e trilha sonora composta por Alexandre Mota, contém três universos que cada um de nós não conseguiria produzir sozinho. Esperamos que gostem da parte 2!
Clique aqui para ver a história!!!
Perdeu a primeira parte? Veja aqui!
Agora consegui colocar algumas sutilezas a mais que não havia conseguido colocar na primeira parte com o flash, inclusive um botao “play” quando ele termina de carregar, para não cair direto na música
[Update] Já está no ar a Parte 3- Final!
Hum, a história está ficando mais encorpada!
O contraste entre as duas partes é bacana. Mais ação / mais reflexão; música agitada / música calma…
Como será a continuação agora??
Ah, seria legal o botão de voltar que voltasse de quadro a quadro, não direto para o começo…
Beijos
Comentado por Lívia em 16 de November de 2008 at 2:02 am
Adorei a música!
E a disposição texto/imagem tá ficando cada vez melhor
Parabéns pela diagramação ^^
Comentado por Bruno Müller em 16 de November de 2008 at 3:10 pm
Nossa, que fofo!
Comentado por Draconnasti em 16 de November de 2008 at 3:24 pm
Adorei o texto e a música. Quando sai a continuação?
Comentado por Cláudia Midori em 28 de November de 2008 at 2:58 am
Muito legal esse formato!!!!Parabéns!
Comentado por Liliane Ferrari em 28 de November de 2008 at 11:26 am
Romantico!
A humanização da Máquina, não se contrapõe a desumanização.
O morango faz a ponte, chega pelo bj ao rosto de Ty.
Comentado por carlos eduardo martins em 5 de December de 2008 at 11:10 am
Parem, vocês estão me dando vontade de ler Stardust de novo! XD
Comentado por Draconnasti em 13 de January de 2009 at 2:58 am
Curiosamente, Stardust (de Neil Gaiman, para quem não sabe) é uma das grandes inspirações do Balaio Branco. Mais quanto à junção de imagem e texto. Mas Stardust é muito bom, fico honrado!
Comentado por Rodrigo van Kampen em 13 de January de 2009 at 10:48 am
Grandioso! Ambas as partes são, aliás, principalmente no que se refere à harmonia das mídias – a música é muito bem acertada à história. Eu sugeriria que retratassem momentos mais longos, mas como vocês disseram e como dá pra imaginar, isso deve dar um trabalho dantesco!
Já interpretei uma máquina por um tempo, é bem difícil intuir as reações. haha
Comentado por Zé Eduardo em 24 de January de 2009 at 8:13 pm